Cormac McCarthy escreve com uma beleza tão inacreditável. Acabei de ler esta linha que me parou em seco: "Ele pensou que na beleza do mundo estava escondido um segredo. Ele pensou que o coração do mundo pulsava a um custo terrível e que a dor do mundo e a sua beleza moviam-se numa relação de equidade divergente e que, neste déficit precipitado, o sangue de multitudes poderia, em última análise, ser exigido pela visão de uma única flor." De Todos os Belos Cavalos
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